Isaac Asimov, nós e os robôs

Isaac Asimov, nós e os robôs

Anna Carolina Papp

06 Abril 2012 | 15h27

Isaac Asimov, em ilustração de Petchó, 1987

Há 20 anos morria o ficcionista e divulgador científico Isaac Asimov. Apaixonado pela inteligência artificial e robôs, o russo radicado nos EUA, anteviu na ficção e e em outras obras, a relação estreita e irreversível que hoje temos com os aparelhos autômatos. Não só em forma de humanóides, como relatada no seu famoso livro Eu, Robô de 1950, mas no dia a dia cada vez mais automatizado em que vivemos.

Autor de centenas de publicações, Asimov esteve presente nas páginas do Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde desde 1968 até poucos dias da sua morte.

 

O Estado de S. Paulo – 12/8/1968

Jornal da Tarde – 29/5/1969

 O Estado de S. Paulo – 4/4/1992

 Último artigo publicado no Estado de S. Paulo, dois dias antes de sua morte, abordava a nanotecnologia.

 

O Estado de S. Paulo – 7/4/1992

Pesquisa e Texto: Carlos Eduardo Entini e Rose Saconi
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