Barbaridade
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Barbaridade

Redação

21 Outubro 2010 | 19h17

Além de conhecer o funcionamento da indústria do tabaco, os focas também tiveram contato com a típica cultura gaúcha durante a recente viagem a Santa Cruz do Sul (RS). Na noite de terça-feira, durante um jantar oferecido pela Philip Morris Brasil, integrantes do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Tropeiros da Amizade mostraram danças, roupas e costumes do Estado.

Foto: Fábio Pupo

O hábito de tomar o célebre chimarrão ganhou contornos poéticos: oferecer a bebida a alguém com casca de laranja, só se suas intenções com essa pessoa estiverem além de uma amizade; caso contrário, ofereça o chimarrão apenas com açúcar. E se você receber uma cuia com chimarrão e mel, atenção: é pedido de casamento. Ainda há o chimarrão com sal, um jeito discreto de dizer a uma pessoa que não quer mais vê-la…

A música e a dança do gaúcho também mereceram destaque. Primeiro, uma demonstração da chula, bailado exclusivamente masculino, executado em forma de desafio diante de uma lança de madeira de entre 3 e 5 metros de extensão que não pode ser tocada.

Com o vídeo acima, dá para entender porque nenhum foca se atreveu a participar de um desafio de chula. Depois, foi a vez da vanera, agora com os rapazes, chamados de peões, dividindo espaço com as prendas, o nome dado às belas jovens que participam das danças locais.

A apresentação do CTG Tropeiros da Amizade deixou claro que a cultura gaúcha, mesmo com características tão únicas, faz parte da brasileira. Prova disso é que todos os presentes, oriundos das mais diversas Regiões do País, se deliciaram com um saboroso churrasco gaúcho.

Bernardo Barbosa, de 22 anos, é formado em Jornalismo pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)