A mulher reconstruída

Tutty Vasques

30 Outubro 2010 | 06h36

Divulgação/SexyDigam o que disserem sobre Geisy Arruda pelada nas páginas da edição de novembro da Sexy, cá pra nós, até que sem aquele vestidinho rosa-shocking ela não é de se botar pra fora da universidade.

Nada garante, entretanto, que, dispensando a saia justa, toda gorducha suburbana vá renascer, de uma hora para outra, mulherão de banca de revista. Junto com a roupa, Geisy tirou, em 10 horas de cirurgia, 5 quilos de gordura dos joelhos, coxas, bumbum, abdômen, costas e braços. Botou 435 ml de silicone em cada seio, fez bronzeamento artificial, clareou os dentes, refez o nariz, redefiniu a boca, alongou os cabelos, caprichou na drenagem linfática, suportou estímulos elétricos e o escambau.

Para virar praticamente outra pessoa – claro que o photoshop também ajudou -, ela teria gasto R$ 16 mil, fora as permutas, no tratamento de beleza. Não é justo, pois, que, ao final de tanto sofrimento, venha um gaiato qualquer dizer que ela melhorou o visual porque tirou aquela roupinha cafona ridícula que a celebrizou no papel de Geni. É muito preconceito, né não? Só porque a menina é loura, caramba?!