Allons enfants de la patrie

Tutty Vasques

23 Julho 2013 | 06h36

ILUSTRAÇÃO POJUCANCom mais de 20 mil policiais civis e militares cuidando da segurança do papa Francisco no Rio, já tem vândalo do Leblon de malas prontas para Paris, onde o quebra-quebra no subúrbio ressurgiu após incidente na abordagem policial a uma mulher com véu islâmico em local público.

Não importam os detalhes do rastilho da baderna, vandalismo de rua se manifesta sempre da mesma forma em qualquer parte do mundo, a começar pela munição de pedras e rojões disparados em cenário iluminado pelo fogo em latas de lixo pelo caminho.

Trappes, na periferia da capital francesa, parecia no domingo o Baixo Leblon da semana passada, mas nem só os vândalos se assemelham nessas circunstâncias cada vez mais frequentes nos quatro cantos do planeta: a polícia também é igualzinha.

À base de muita bala de borracha e bombas de efeito moral, a PM de Paris tem boas chances de transformar um desacato no subúrbio em revolta popular na Place de la Concorde.