Em defesa de Justin Bieber…

Tutty Vasques

17 Abril 2013 | 02h57

reproduçãoTá certo que, ao final da visita que fez em Amsterdã à casa onde Anne Frank viveu escondida do nazismo, Justin Bieber não precisava escrever no livro do museu que a menina judia poderia ter sido uma “belieber” – como o cantor chama suas fãs –, mas isso também não é motivo para que pais de adolescentes de hoje em dia tranquem suas meninas no sótão tentando evitar contatos com o artista.

Dá até para entender o desgosto de alguém que amava os Beatles e os Rolling Stones ao descobrir no diário da filha a paixão pelo ídolo teen canadense, mas podia ser pior: já pensou se ela andasse pela casa cantando “É nóis fazer parapapá” ou ‘‘Ah, lelek lek lek lek’.

O que tem de porcaria surfando nas ondas do rádio, francamente, não é justo que só peguem no pé do pequeno príncipe da música pop. Até a Miss Canadá o chamou dia desses de “idiota” nas redes sociais.

Curiosamente, depois que ele comparou Anne Frank a uma “belieber” em potencial, só a direção do museu holandês saiu em sua defesa, exaltando a visita de um jovem de 19 anos, “que poderia ter feito outras coisas em Amsterdã”.

Pense nisso, antes de implicar com o ídolo de sua filha!