O ex-mais rico do Brasil

Tutty Vasques

04 Dezembro 2012 | 02h03

ilustração pojucanNenhum de nós sabe o que é isso: a sensação de acordar um belo dia e descobrir que não é mais o homem mais rico do Brasil deve ser muito pior que acabar o ano como vice-campeão brasileiro de futebol. A torcida do Atlético Mineiro pelo menos tem o consolo da vaga na Libertadores para comemorar.

O clima ontem era de Parque Antártica na mansão de Eike Batista, que na rodada do fim de semana perdeu para Jorge Paulo Lemann, maior acionista da Ambev, o título de brasileiro mais rico do mundo no ranking da Bloomberg.

Perdeu feio: embora a diferença entre as respectivas fortunas esteja na casa dos míseros US$ 300 milhões pró-Lemann, Eike perdeu uns US$ 16 bilhões nos últimos seis meses, reduzindo sua riqueza à mixaria de US$ 18,6 bilhões.

Nem quando se separou da Luma de Oliveira o dono da OGX se sentiu tão humilhado na exposição de seu nome no noticiário. Superado o passado de ex-marido, o empresário ganhou notoriedade nos últimos dias como o ex-homem-mais-rico-do-Brasil.

Por mais que a gente ache que o cara chora de barriga cheia, convenhamos, nenhum de nós sabe o que é isso!