OMS faz pesquisa global sobre tecnologia assistiva

OMS faz pesquisa global sobre tecnologia assistiva

Organização Mundial da Saúde pretende definir os 50 produtos mais importantes para mobilidade, visão, audição, comunicação, cognição e ambiente.

Luiz Alexandre Souza Ventura

14 Dezembro 2015 | 11h02


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A Organização Mundial da Saúde (OMS) está promovendo uma pesquisa internacional para definir as tecnologias assistivas que todos os 194 países membros devem manter disponíveis a seus cidadãos.

Para participar, acesse o link https://extranet.who.int/dataform/355553. É necessário informar nome, e-mail, telefone, idade, além de outros detalhes pessoas. A enquete também pede autorização para fazer contato no futuro. Todas as pessoas podem responder ao questionário de nove páginas, que tem versão em português. Basta fazer download do arquivo indicado pelo símbolo de uma impressora.

A OMS busca a avaliação de pessoas que usam ou precisam usar mecanismos para acessibilidade e seus familiares, além de fabricantes de tecnologias assistivas e de profissionais das áreas de saúde e reabilitação.

A meta é determinar quais são os 50 produtos assistivos mais importantes para mobilidade, visão, audição, comunicação, cognição e ambiente.

“Nós precisamos de mais de um bilhão de produtos assistivos hoje, e de mais de dois bilhões em 2050. Contudo, hoje em dia apenas uma em cada dez pessoas que precisam de produtos assistivos tem acesso a um”, destaca a organização no site da pesquisa.

“Para mudar esse cenário, com base no sucesso e no aprendizado da Lista de Medicamentos Essenciais (LME), a Organização Mundial da Saúde (OMS) está desenvolvendo a Lista Modelo de Produtos Assistivos Prioritários para auxiliar seus Estados Membros a planejar políticas e programas relacionados ao fornecimento de produtos assistivos”, explica a OMS.

“Assim como a LME, o principal objetivo dessa iniciativa é aumentar o acesso a produtos assistivos de boa qualidade a preços razoáveis. Encorajamos todas as partes interessadas, especialmente os usuários e potenciais usuários e suas famílias e organizações, a participar desse inquérito”, ressalta a entidade.

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