A plataforma da candidata: amor, carinho e assessores técnicos

Na falta de propostas concretas para o governo do Distrito Federal, Weslian Roriz (PSC) depositou sua plataforma de governo em três pilares: amor, carinho e assessores técnicos.

Carol Pires / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

01 Outubro 2010 | 00h00

Com a experiência política limitada aos 14 anos no papel de primeira-dama do Distrito Federal, Weslian foi, mais uma vez, a atração do debate entre os candidatos locais, ontem, no SBT, com perguntas vagas, respostas confusas e ainda mais rasas.

Mulher do ex-governador Joaquim Roriz (PSC), barrado pela Lei da Ficha Limpa, Weslian recorreu à emoção quando não soube responder com a razão.

"Vou governar, mas vou governar com amor, com grandeza, porque sei governar como uma mulher de família que sou", disse ela, ao se apresentar como candidata.

Soluções. Além da gestão "amorosa", também prometeu soluções para todos os problemas - com o detalhe de que essas soluções ainda serão trazidas por técnicos.

"A Copa vai trazer muitas coisas boas para Brasília. Vamos receber a Copa com muito amor, e teremos muitas pessoas técnicas", declarou, sobre a preparação da cidade como uma das sedes para a Copa do Mundo de 2014.

Casada há 50 anos com Joaquim Roriz, Weslian concluiu todas as respostas em menos da metade do tempo de que dispunha.

Ao travar debate com seu principal adversário, Agnelo Queiroz (PT), errou o nome dele, chamando-o de "Doutor Agnaldo". Para discutir políticas para o transporte público, disse: "Sei da importância do metrô porque os funcionários da minha casa sofrem com isso".

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.