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Acusado de acender rojão trabalha em limpeza de hospital estadual no Rio

Fábio Grellet - O Estado de S. Paulo

11 Fevereiro 2014 | 18h 43

Caio Silva de Souza, de 23 anos, seria um funcionário terceirizado; homem é procurado pela polícia

RIO - Caio Silva de Souza, de 23 anos, que é acusado de acender o rojão que atingiu e matou o cinegrafista Santiago Andrade e está foragido, trabalha no Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. A ficha de Souza na instituição indica que ele é "trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas".

Ele começou a trabalhar no hospital em 24 de julho de 2013 e tem contrato por prazo determinado. Ele seria funcionário terceirizado (contratado por meio de uma empresa, sem prestar concurso). A Polícia Civil divulgou na tarde desta terça-feira uma nova foto do procurado.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Procurado. Policiais da 17.ª Delegacia de Polícia (DP), em São Cristóvão, zona norte, fazem buscas em diversos pontos do Estado para cumprir o mandado de prisão temporária expedido contra Caio Silva de Souza. De acordo com as investigações, Souza foi quem lançou o rojão, em protesto no dia 6, que matou o cinegrafista da Band, Santiago Andrade, de 49 anos. O mandado de prisão por homicídio doloso qualificado por uso de explosivo foi expedido na noite desta segunda-feira, 10, pela Justiça.

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