Advogado de PMs acusados de matar Juan vai recorrer de prisão

Os quatro policiais se apresentaram ao quartel após terem prisão temporária decretada

Marcela Gonsalves e Pedro Dantas, estadão.com.br

21 Julho 2011 | 15h53

RIO - O advogado Edson Moreira, que defende os quatro policiais militares, do 20º Batalhão de Polícia Militar de Mesquita, acusados de assassinar o menino Juan Moraes, de 11 anos, informou que recorrerá da decisão judicial de prisão temporária ainda hoje, após estudar os autos.

 

Os policiais se apresentaram normalmente ao quartel nesta quinta-feira, 21. Segundo o advogado, eles "cumprem expediente" interno no 20º BPM e aguardam a chegada do oficial de Justiça com o pedido de prisão. Eles ficarão detidos no Batalhão Especial Prisional, em Benfica, na zona norte do Rio.

 

O decreto de prisão temporária é válido por 30 dias. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense concluiu que, no dia 20 de junho, o estudante foi executado pelos sargentos Isaías Souza do Carmo e Ubirani Soares e pelos cabos Edilberto Barros do Nascimento e Rubens da Silva em operação forjada - na qual não houve troca de tiros com criminosos - na Favela Danon, em Nova Iguaçu.

Mais conteúdo sobre:
Juan prisão temporária PMs Rio Nova Iguaçu

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.