Após 36 horas sem chuva forte, capital registra semáforos com problemas

Segundo a CET, pelo menos 12 aparelhos estão apagados e 14 seguem no amarelo piscante; infiltração de água é um dos motivos pelo mau funcionamento

Ricardo Valota, do estadão.com.br,

02 Março 2011 | 05h16

SÃO PAULO - Mesmo após uma trégua de mais de 36 horas nas chuvas fortes, a capital paulista, às 4 horas desta madrugada de quarta-feira, 2, ainda apresentava muitos cruzamentos com problemas nos semáforos: eram no mínimo 12 aparelhos apagados e 14 no amarelo piscante, segundo os números do que alcança o monitoramento feito pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

 

O caso mais antigo é das 17h45 de domingo, 27, no cruzamento entre as ruas Major Sertório e Doutor Vila Nova, na Vila Buarque, região central da cidade, onde o semáforo está apagado. Outro ponto de desligamento de semáforo, das 7h55 de segunda-feira, 1, ou seja, quase 48 horas depois, é o cruzamento entre a avenida José Pinheiro Borges (prolongamento da Radial Leste) e a rua Major Vitorino de Souza Rocha, na região de Itaquera, zona leste.

 

Entre os pontos da cidade ainda com problemas nos semáforos estão: avenida Conselheiro Moreira de Barros com a rua Pedro Osório Filho, no Mandaqui (zona norte); avenida Brigadeiro Luís Antonio com a alameda Ribeirão Preto, nos Jardins, (região centro-sul); rua João Ramalho com a rua Traipu, em Perdizes (zona oeste); rua dos Patriotas com avenida Presidente Wilson, no Ipiranga (zona sul).

 

Em razão da forte chuva do final da tarde de domingo, 27, a capital paulista, na manhã de segunda-feira, 28, registrava 104 semáforos apagados. O número caiu para 90 no final da mesma manhã, mas, após a forte chuva do meio da tarde, às 5 horas de terça-feira, 1, ainda havia 75 aparelhos com problemas.

 

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego, que pretende trocar, até janeiro de 2012, por aparelhos mais modernos, um de cada seis semáforos da capital, as causas principais dos atuais problemas nos aparelhos são: falta de energia, infiltração de água nas caixa semafóricas, variação brusca de voltagem na rede de eletricidade e descargas elétricas. Os novos aparelhos, apesar de serem mais modernos, não serão à prova da falta de energia.

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