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Baleado na terça-feira, vice-presidente do Salgueiro morre no Rio

Polícia acredita que a intenção dos criminosos era matar Marcello Tijolo, de 47 anos, e acha que não houve tentativa de roubo

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Fábio Grellet,
O Estado de S. Paulo

16 Janeiro 2014 | 11h24

RIO - O vice-presidente do Salgueiro, Marcello da Cunha Freire, conhecido como Marcello Tijolo, de 47 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira, 16, no Hospital da Unimed na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio.

Por volta das 21 horas da última terça-feira, 14, Tijolo foi atingido por três tiros ao sair do escritório do deputado estadual Chiquinho da Mangueira (PMN), de quem era assessor parlamentar. Ele seguia rumo a um caixa eletrônico quando dois homens passaram de moto, atiraram e fugiram. O crime ocorreu na esquina do Boulevard 28 de Setembro com a Rua Visconde de Abaeté, na Vila Isabel, zona norte do Rio.

Tijolo conseguiu caminhar até a frente do restaurante Petisco da Vila, onde caiu e foi socorrido. Levado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio, foi submetido a uma cirurgia e na tarde de quarta-feira foi transferido para o Hospital da Unimed.

A polícia acredita que a intenção dos criminosos era matar Tijolo, e que não tenha havido tentativa de roubo, mas ainda não sabe o que motivou o crime. Além de ser ligado à escola de samba e ao parlamentar, Tijolo também integrou a Raça Rubro Negra, torcida organizada do Flamengo.

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