Bauru usa tecnologia para vigiar cavalos

A prefeitura de Bauru está recorrendo à tecnologia para combater a posse irresponsável e a presença de cavalos errantes, que provocam acidentes nas ruas da cidade. A partir de agora, cada animal que for apreendido só sairá do Centro de Controle de Zoonoses depois de receber a aplicação de um microchip, do tamanho de um grão de arroz, que informará o nome e o endereço do proprietário, além de dados do animal. Com o chip, ficará mais fácil identificar aqueles que negligenciam no trato e são passíveis de multas e outras sanções. Um projeto experimental é desenvolvido desde o começo do ano, com a aplicação de microchips em 50 animais. Um deles foi novamente apreendido, fornecendo todos os parâmetros para as providências punitivas. Com o teste aprovado, foi aberta licitação para a compra de 360 peças e seus aplicadores. Cada microchip custa R$ 8 e seu aplicador R$ 1. Quando um cavalo é apreendido, seu proprietário, para retirá-lo, paga uma multa de R$ 150. O veterinário Luiz Ricardo Cortez, chefe do Centro de Controle de Zoonoses, disse que a implantação do artefato é simples e não provoca trauma ao animal. Disse também que no ano passado foram apreendidos 130 cavalos perambulando pelas ruas de Bauru. Já nos nove primeiros meses de 2007, foram recolhidos outros 130.

Jair Aceituno, O Estadao de S.Paulo

03 Outubro 2007 | 00h00

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