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Beltrame agradece Marinha e diz que operações no Rio vão continuar

O Estado de S.Paulo

25 Novembro 2010 | 19h 33

Secretário de Segurança Pública do Estado também criticou, indiretamente, o Exército por não oferecer ajuda

RIO - Logo após a polícia ocupar a Vila Cruzeiro, na zona norte do Rio, o secretário de Segurança Pública do Estado José Mariano Beltrame anunciou que as operações para conter a onda de violência que começou no domingo vai continuar nos próximos dias. "Amanhã teremos mais operações, mas falar o que será feito e onde estaria colocando em risco os nossos policiais", disse em entrevista coletiva.

 

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Beltrame agradeceu o apoio da Marinha, que disponibilizou tanques e blindados para a operação do Batalhão de Operações Policiais (Bope) subir o morro da zona norte. "A Marinha tomou uma decisão histórica. É algo inédito no sentido de nos apoiar com rádio de comunicação, com viatura, com blindados, com ônibus para o transporte de tropa", explicou.

 

O secretário também criticou veladamente o Exército, por não ter oferecido ajuda, embora não fosse direto. "Não ofereceram nada. Não sei se ele (o Exército) está de prontidão, nem sei se adiantaria estar. Eu tenho de respeitar a opinião deles".

 

Policiamento. O chefe de Polícia Civil, Alan Turnowski, creditou à ajuda da Marinha o sucesso da operação nos complexos do Alemão e da Penha. "Ficou bem claro que com esse equipamento a Polícia Militar e a Polícia Civil conseguiram até com facilidade a tomada de um território que antes era tido por traficantes como local seguro. Ficou provado que o Estado unido e organizado entra em qualquer lugar. Que esse seja sinal bem claro para todos os traficantes", afirmou, em entrevista coletiva que reúne a cúpula da segurança no Estado.

 

Cerca de 500 policiais militares e civis participaram da ocupação da Vila Cruzeiro. O secretário José Mariano Beltrame voltou a negar a intenção de implantar imediatamente uma Unidade de Polícia Pacificadora no complexo de favelas. Ele reiterou que a população deve manter a rotina. "A polícia está 24 horas nas ruas e tenta antecipar essas ações", disse.

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