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Brasileira ferida em circo não corre risco de morrer, diz família

Thaise Constancio - O Estado de S.Paulo

05 Maio 2014 | 11h 52

De acordo com o primo de Dayana Florentino, de 25 anos, a trapezista passou por uma cirurgia na coluna e teve fratura exposta em uma das mãos

RIO - O primo da trapezista Dayana Florentino, de 25 anos, Gustavo Torres, afirmou ao Estado que a jovem operou a coluna na madrugada desse domingo, 4, no Hospital de Rhode Island e já movimenta os dedos dos pés. Dayana é uma das nove vítimas que se feriram durante uma apresentação aérea do circo Ringling Brothers and Barnum & Bailey na cidade de Providence, capital do estado de Rhode Island, nos Estados Unidos.

De acordo com Torres, os pais de Dayana, Elisabete Florentino e Roberto Costa, chegam aos Estados Unidos na manhã desta segunda-feira, 5, para acompanhar a filha. A irmã mais velha da trapezista, Luana Costa, de 27 anos, que trabalha na unidade texana do circo, também viajou para Rhode Island.

Com a queda, além de uma fratura na coluna, Dayana também sofreu uma fratura exposta na mão, que ainda será operada. “Recebemos a notícia hoje de que ela está bem e já está mexendo os dedos. Não corre risco de vida. O susto maior foi pela gravidade do acidente”, contou Torres.

Apesar de não conhecer as outras trapezistas brasileiras que também caíram de uma altura que varia entre 7 e 12 metros de altura, Torres disse ter recebido notícias de que Stefany Neves e Widny Neves também estão bem.

 

Acidente. Durante a performance na qual oito artistas ficavam penduradas pelo cabelo formando uma espécie de candelabro, a estrutura que as suspendia caiu. Elas caíram de uma altura que variou de 7 a 12 metros e atingiram um dançarino que estava embaixo da estrutura. Além das brasileiras, há artistas feridos dos Estados Unidos, Ucrânia e Bulgária.