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Caixa muda horário do sorteio das loterias

14 Setembro 2007 | 14h 54

Motivo é a comemoração dos 45 anos das loterias federais; projeto de lei quer limitar premiação a R$ 10 mi

A Caixa Econômica Federal (CEF) informou nesta sexta-feira, 14, que, em razão das comemorações dos 45 anos das loterias federais, os horários dos sorteios deste sábado foram excepcionalmente alterados. Os horários são os seguintes:   Mega Sena concurso 902: 20h30 (horário de Brasília), direto do caminhão da sorte, em Ouro Preto, Minas Gerais, com transmissão ao vivo pela TV Bandeirantes.   Loteria Federal extração 4173: 20h45 (horário de Brasília), direto do caminhão da sorte, em Ouro Preto (MG).   Lotomania (concurso 758) e Quina (concurso 1802): a partir das 21 horas (horário de Brasília), direto do caminhão da sorte, em Rio Claro, no interior de São Paulo.   As apostas poderão ser feitas até às 19 horas (horário de Brasília) deste sábado. Como nenhum apostador acertou as seis dezenas no sorteio da Mega Sena de quarta-feira, o prêmio acumulou e deverá pagar mais de R$ 3,5 milhões a quem acertar neste sábado.   Limite de R$ 10 milhões   A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 962/07, que proíbe a acumulação de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal em valores maiores que R$ 10 milhões. De acordo com a proposta do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), quando não houver vencedor do concurso que pague mais que esse valor, a Caixa deverá dividir a quantia entre os apostadores que mais se aproximarem do resultado oficial.   "A finalidade dessas loterias deve ser a de uma distribuição mais justa dos valores arrecadados nos concursos e não o entendimento de concentração, dando espaço para a prática viciosa da acumulação nos prêmios", justifica o parlamentar.   Como exemplo, Barradas Carneiro afirma que um prêmio de R$ 10 milhões dividido entre 35 ou 60 ganhadores poderia beneficiar de 105 a 180 pessoas, considerando-se apostadores pertencentes a famílias de quatro pessoas, com valores entre R$ 166 mil e R$ 285 mil para cada grupo. "Teríamos, assim, uma melhor distribuição de renda nas mãos de boa parcela do povo brasileiro", acredita.   Com informações da Agência Câmara