Cartas

Carta 19.167 Viagem TAM por milhagem Em julho, decidi viajar para Londres na 2.ª quinzena de agosto. Como eu tinha milhagem da TAM com pontos suficientes tentei trocá-los pela passagem, mas eles disseram que havia lugares para milhagem só para o início de setembro. Como não dava para esperar, comprei bilhetes (classe econômica) para 17/8 - mas ao embarcar no vôo JJ-8084 vi que havia no máximo 2/3 de ocupação. No vôo de volta, dia 24, também havia muitos lugares desocupados. Não entendo a política para o uso das milhas! Ou devo concluir que só poderei usá-las quando a TAM julgar adequado, sem ter o direito de escolher a data? SÍLVIO BORELLI Brooklin A TAM responde: "Para bilhetes pelo Programa Fidelidade os lugares são ilimitados apenas para vôos dentro da América do Sul, condição não válida para vôos internacionais operados pela TAM e suas parceiras de codeshare para outros locais, que exigem critério mais rigoroso de emissão e reserva de passagens. É por isso que as cotas de assentos destinadas a passagens com resgate de pontos são limitadas e estão sujeitas à disponibilidade de lugares, dependendo da data escolhida para a viagem. Isso está especificado nas regras do Programa Fidelidade, disponível no site da TAM (www.tam.com.br). O serviço Fale com o presidente também está à disposição do cliente para auxiliá-lo, e oferece alternativas para emissão com pontos do programa em suas próximas viagens pelo tel. (0800)123-200, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, ou pela internet." Carta 19.168 Na pista da Anchieta Peço a manutenção das faixas demarcatórias e dos olhos-de-gato (dispositivo de reflexão) nas pistas da Imigrantes até o começo da Serra do Mar com a Anchieta. As faixas estão apagadas e os olhos-de-gato não refletem à noite, principalmente nos trechos com neblina. Viajo com freqüência e vejo que a prioridade é a manutenção do asfalto, e quem trafega de moto ou carro sente falta desses refletores. Também é preciso construir anteparos mais fortes e altos, com refletores no chão e muradas. Aliás, o ideal seria trocar as muretas, que no atual estado não seguram o veículo que bater nelas. Sugiro uma parceria da empresa com a Polícia Rodoviária, para coibir as crianças e adultos que empinam pipas perto da estrada, com risco para os motociclistas, por causa da linha. EDUARDO CARLOS PEREIRA Santos/SP A Ecovias responde: "Desenvolvemos trabalho de revitalização da sinalização no trecho de serra da Imigrantes que inclui a substituição dos chamados olhos-de-gato e taxas refletivas (o trabalho terminou no final de setembro). Instalamos dispositivos de segurança no trecho de serra, entre os kms 40 e 55. A iniciativa é um dos principais pontos do Projeto de Segurança Anchieta, anunciado em julho com o objetivo de reduzir o número de acidentes no trecho. A concessionária vai revitalizar a sinalização de solo da via, trabalho que inclui pintura de faixas e substituição dos olhos-de-gato, além da instalação de 6.370 m de barreiras, 16 pórticos e 37 semi-pórticos. Em relação às crianças que empinam pipa às margens da pista, fazemos campanhas de conscientização, com palestras nas comunidades próximas ao Sistema Anchieta-Imigrantes, alertando os moradores do perigo dessa prática. Mas a concessionária não tem ?poder de polícia? para impedir a entrada dessas pessoas na rodovia. A fiscalização cabe à PM Rodoviária, que é acionada quando a Ecovias toma conhecimento desse tipo de ocorrência." Carta 19.169 Agradecimento a hospital Indispensável registrar o excelente atendimento que recebi na Sta. Casa de Misericórdia de Sto. Amaro. Agradeço ao diretor-administrativo Ricardo Luz de Freitas e ao dr. Santino Nunes Lacanna, diretor-clínico e neurocirurgião, como também à valorosa equipe do dr.. Rodrigo Fagundes de Moraes(neurocirurgião/neurologista), à chefe de enfermagem dra. Sandra Regina Formiga, auxiliares de enfermagem Neusa e Maria Aldenice, anestesista dr. Miguel Angel, assistente da diretoria Maria Cícera, dr. Edílson Toshi Shoji, enfermeiras Ocilda e Cida e o grupo de enfermagem da Ala C. Com elevado senso profissional e ético, eles cumprem com dedicação a nobre missão em prol da Saúde pública. Outros pacientes confirmam as impressões que relato. Se temos o direito de reclamar quando somos mal atendidos, temos de agradecer e tornar pública a boa qualidade dos serviços que recebemos. MOISÉS EDUARDO BUENO GRECO Capital

O Estadao de S.Paulo

11 Outubro 2007 | 00h00

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