Cedae garante que casas destruídas com ruptura de tubulação serão refeitas

Acidente no bairro de Campo Grande, na zona oeste, destruiu imóveis, carros e matou uma criança de três anos; companhia prometeu reparar danos e prestar assistência às vítimas

Marcelo Gomes, O Estado de S. Paulo

30 Julho 2013 | 11h24

RIO - O diretor de operações da Companhia Estadual de Água e Esgoto do Rio (Cedae), Jorge Briard, disse que a empresa vai reconstruir todas as casas destruídas com o rompimento de uma adutora no bairro de Campo Grande, na madrugada desta terça-feira, 30. O  acidente matou uma criança, feriu sete pessoas, destruiu 17 imóveis e atingiu outros 16. Sessenta pessoas ficaram desalojadas e outras 72 desabrigadas, sem poder voltar para suas residências.

Segundo Briard, todas as famílias serão abrigadas em hotéis ou motéis próximos e terão alimentação e medicamentos providenciados. A Cedae vai fazer um levantamento de como as casas eram e elas serão reerguidas exatamente como elas eram, segundo Briard.

O diretor afirmou que passam pelo local duas adutoras com vazão de 3 mil litros de água por segundo, cada uma, com diâmetro de 1,750 metro. A Cedae, depois de acionada, levou 1h30 para interromper o fornecimento e estancar o vazamento.

"Não é possível interromper de uma vez só toda essa massa de água. Caso contrário, haveria outros acidentes em outros pontos da adutora. A equipe técnica ainda está analisando o que causou o vazamento numa das duas adutoras. Só uma vazou. O reparo será concluído até hoje (terça) à noite e o fornecimento na região, normalizado até amanhã (quarta) de manhã", explicou Briard.

De acordo com o diretor, a adutora que rompeu não tem histórico de acidentes e não havia qualquer operação de manutenção preventiva marcada. "Foi um problema pontual e isolado, como ocorre em qualquer lugar do mundo", afirmou. São esperadas as presenças do prefeito Eduardo Paes e do governador Sérgio Cabral, que cancelaram agendas prévias para estar em Campo Grande.

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