Citados negam irregularidades na campanha

O deputado estadual Gerson Bittencourt (PT) rechaçou "qualquer possibilidade de caixa 2" na campanha. Por meio da assessoria de imprensa, ele disse que não teve acesso aos documentos da promotoria. Segundo o deputado, "a Arte Brasil prestou serviço de campanha no valor de R$ 242.433,00 distribuídos em 18 notas fiscais e as informações são públicas, constam do site do TRE". Bittencourt disse que nenhum investigado participou da coordenação de sua campanha, "nem na comunicação, nem nas finanças, portanto, não tinham qualquer atribuição para produção de materiais ou pagamento".

Fausto Macedo, O Estado de S.Paulo

02 Julho 2011 | 00h00

Bittencourt afirmou que sua prestação de contas foi aprovada pelo Ministério Público Eleitoral e pelo TRE "sem qualquer ressalva". "Todos os materiais foram registrados e pagos conforme a legislação eleitoral."

O criminalista Marcelo Martins de Oliveira, que defende Carlos Henrique, foi taxativo. "Não tem nada de caixa 2. É uma planilha da Arte Brasil que pretendia receber por serviços. O Carlos não reconhece a dívida e questiona a agência para que informe precisamente sobre os serviços. A campanha foi transparente."

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