Com novo conceito, ir a livraria virou programa

"Dois grandes acontecimentos marcaram o mercado de livros do País nos anos 2000", diz o editor Pedro Paulo de Sena Madureira. "O primeiro deles foi a expansão da Livraria Cultura e o segundo, a compra da Livraria da Vila." Pedro Herz, dono da Cultura, começou o processo de crescimento da livraria juntamente com a instalação de um sistema personalizado de atendimento. Em 2000, a primeira experiência concreta do novo modelo de negócio veio com a inauguração da megaloja da Cultura, no Shopping Villa-Lobos, na zona oeste. "Virou uma loja-âncora do shopping. Isso quer dizer que a livraria se tornou um destino", diz Herz. Três anos depois, Samuel Seibel adotou um modelo parecido, em menor escala, mas ainda mais personalizado, na Livraria da Vila, e expandiu o negócio, abrindo mais três lojas. A Cultura tem hoje sete unidades.

O Estadao de S.Paulo

05 Outubro 2008 | 00h00

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.