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Com R$ 4,5 mi de patrocínio, Grande Rio homenageou a cidade de Maricá

Clarissa Thomé, de O Estado de S. Paulo

02 Março 2014 | 23h 21

Famosa por atrair muitos globais, este ano agremiação tem como madrinha de bateria Christiane Torloni

RIO - A Grande Rio, segunda escola a se apresentar no Grupo Especial, entrou na Sapucaí com um dos desfiles mais ricos deste ano. Com patrocínio de R$ 4,5 milhões da prefeitura da cidade de Maricá, a escola de Caxias não poupou nos gastos: a fantasia de um dos mestres-salas, por exemplo, era banhada a ouro. E uma das porta-bandeiras se apresentou com fantasia ornada com 15 mil penas de faisão.

Nenhuma ala foi vendida. Todas as fantasias foram doadas para a comunidade. A cantora Maysa, que declarou só ter sido feliz na cidade, também foi motivo de reverência no enredo "Verdes olhos sobre o mar. No caminho: Maricá".

Famosa por atrair muitos globais, este ano agremiação tem como madrinha de bateria Christiane Torloni, que fez aulas de samba com o dançarino Carlinhos de Jesus - e que deu um susto na agremiação. Momentos antes, a diretoria da escola não conseguia encontrá-la, mas ela apareceu na concentração minutos depois.

O posto já foi ocupado por outras atrizes, como Suzana Vieira, Carla Prata e Paola Oliveira. Torcedores da escola podem enviar fotos e mensagens para a agremiação, postando nas redes sociais com a hashtag #vaigranderio.

A modelo Bárbara Evans, filha de Monique Evans, desfilou pela primeira vez na Sapucaí, como musa. Muita tensa com a responsabilidade de substituir a mãe, ela quase não conseguiu falar na concentração.

"Estou muito nervosa, minha mãe me deu muito apoio para estar aqui hoje", afirmou.

Alguma imagens eram exibidas num dos carros alegóricos. No último carro, a cantora Tânia Mara representou a sogra, Maysa. Ela foi caracterizada por Fernando Torquato. O filho de Maysa, o diretor Jayme Monjardim e os filhos também desfilam. A neta caçula da homenageada, Maysa, de 3 anos., ficou em casa.

"É uma emoção indescritível incorporar Maysa, disse Tânia.

Homem-bala. Um homem voador voltou a espantar a Sapucaí, 13 anos depois de Joãozinho Trinta ter inovado com um astronauta dando rasantes pela Passarela do Samba, também pela Grande Rio. Dessa vez, ele foi arremessado de um canhão, caindo sobre uma rede.

O homem-bala fez parte da comissão de frente, inteiramente apresentada sobre uma alegoria: um navio pirata de 30 metros de comprimento. Chachi Valencia foi descoberto pela escola em um show em Las Vegas.