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Comandante das UPPs diz que ataques foram orquestrados e que reforço federal seria 'bem-vindo'

Roberta Pennafort - O Estado de S. Paulo

21 Março 2014 | 12h 17

Mais quatro unidades da zona norte do Rio foram alvos dos bandidos na noite desta quinta; um policial militar foi baleado

RIO - O comandante geral das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), coronel Frederico Caldas, disse nesta sexta-feira, 21, em entrevista à Globonews, que não tem dúvidas de que os ataques a quatro UPPs da zona norte do Rio feitos na noite desta quinta-feira, 20, foram orquestrados. Ele ressaltou que as demais UPPs, espalhadas pela zona sul, zona oeste e Baixada Fluminense (uma em Duque de Caxias), não sofreram nada.

O comandante afirmou também que o sistema das UPPs está em estado de "alerta máximo" e que todos os comandantes foram orientados a se dirigir às bases de suas unidades. O Batalhão de Operações Especiais e o Batalhão de Choque foram acionados. Os PMs que estavam saindo de serviço foram mobilizados para se juntar aos que entraram no plantão, para que as unidades ficassem reforçadas. Entre os feridos nos ataques está o comandante da unidade de Manguinhos, o capitão Gabriel de Toledo. Baleado na virilha, ele foi operado no Hospital Geral da Polícia Militar e seu estado de saúde é estável.

Quanto à possível ajuda das Forças Armadas, que pode ser definida nesta sexta em Brasília, no encontro do governador Sérgio Cabral (PMDB) com a presidente Dilma Rousseff, o coronel afirmou que esta seria bem-vinda.

Reforço. Cabral e o secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, embarcaram na manhã desta sexta-feira para Brasília. Eles se reúnem desde as 12h15 com a presidente para pedir o envio de tropas federais para apoiar a segurança na capital.

Depois do ataque às UPPs da zona norte, Beltrame e Cabral estiveram reunidos até o início da madrugada no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova. O chefe de Polícia Civil, delegado Fernando Veloso, e o comandante-geral da PM, coronel Luiz Castro Menezes, participaram do encontro.

O governador, no entanto, não esclareceu se pedirá o apoio das Forças Armadas ou da Força Nacional de Segurança. "Isso (o ataque às UPPs) foi mais uma prova que o tráfico está enfraquecido e tenta enfraquecer a política de pacificação. Nesse momento, não temos o menor constrangimento para solicitar o apoio de Forças Federais. Só não posso adiantar como será esse pedido", afirmou depois da reunião.

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