Defesa afirma que não teve acesso ao material apreendido

O criminalista Edson Torihara afirmou que, um ano depois da busca na J. Coan, a defesa não teve acesso ao material apreendido. "Só conseguimos acesso a parte da documentação", protestou o advogado. Segundo ele, a defesa pediu ao juiz de Ribeirão das Neves (MG) acesso às provas e foi informada que elas estavam em São Paulo. Ele disse "estranhar" os CDs dos grampos. "A empresa não tem conhecimento. Posso afirmar que não houve ordem de interceptação."

Fausto Macedo e Marcelo Godoy, O Estado de S.Paulo

20 Julho 2011 | 00h00

A Secretaria de Governo e Negócios Jurídicos da Prefeitura informou que "está à disposição e vai colaborar no que for necessário" com as investigações. A SP Alimentação asseverou que "não tem participação em qualquer processo fraudulento, bem como não contribuiu para formação de cartel". A SP informa que "desconhece as gravações".

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