Em Manaus, manifestantes fecham avenidas e professores vão às ruas

Acessos ao polo industrial da cidade foram bloqueados e 40% da frota de ônibus ficou parada

Renata Magnenti - Especial para O Estado

11 Julho 2013 | 11h33

Manaus - As principais vias de acesso ao polo industrial da capital do Amazonas foram bloqueadas na manhã desta quinta-feira, 11, nos protestos organizados pelas centrais sindicais. Cerca de 40% da frota de ônibus ficou parada nas garagens e industriários também participaram do movimento nacional, que registra protestos em ao menos sete Estados.

Cerca de quatro avenidas que dão acesso às indústrias instaladas na capital amazonense ficaram bloqueadas entre 5h às 9h. Segundo o diretor do Sindicato dos Rodoviários em Manaus, Demósthenes Iglecias, a categoria cumpre a determinação do Tribunal Regional do Trabalho, que exigiu a manutenção de 60% da frota de ônibus.

Durante a manhã, mais de 200 professores da rede pública promoveram ato público em frente à sede da Prefeitura de Manaus. O objetivo era entregar um documento com reivindicações ao prefeito Arthur Virgílio Neto. De lá, seguem até a sede do Governo para entregar o mesmo texto ao governador Omar Aziz. Alunos e servidores também estão no local.

De acordo com os organizadores do Dia Nacional de Lutas na cidade, haverá uma concentração em frente à Assembleia Legislativa do Amazonas e, à tarde, um encontro na Praça do Congresso e no Largo São Sebastião. A previsão é que os atos terminem com protestos nas avenidas Eduardo Ribeirão e Sete de Setembro.

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