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Estudante cearense é encontrada morta na Espanha

- Atualizado: 26 Março 2016 | 12h 12

Causa da morte ainda está sendo apurada; não havia sinais de violência no corpo e família acredita que tenha sido morte natural

Ana Cristina era estudante do Curso de Engenharia de Software, do Campus de Quixadá, da Federal do Ceará

Ana Cristina era estudante do Curso de Engenharia de Software, do Campus de Quixadá, da Federal do Ceará

FORTALEZA - A estudante cearense Ana Cristina Soriano, de 27 anos, foi encontrada morta, sexta-feira, no apartamento onde morava, em Barcelona, na Espanha, onde fazia intercâmbio pelo programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal. Ela era estudante do Curso de Engenharia de Software, do Campus de Quixadá, da Universidade Federal do Ceará (UFC). A causa da morte ainda está sendo apurada.

A reitoria da UFC emitiu uma nota informando sobre a morte da estudante. De acordo com a instituição, o fato foi comunicado ao Consulado do Brasil, que acompanha as providências junto às autoridades espanholas em Barcelona. “A Reitoria da Universidade Federal do Ceará, a Coordenadoria de Assuntos Internacionais e a diretoria do Campus Quixadá também acompanham o caso”, diz a nota.

Ainda segundo o comunicado, logo que tomou conhecimento, o reitor da UFC, Henry de Holanda Campos, entrou em contato com a família para manifestar solidariedade e assegurar o apoio necessário no que compete à UFC. A instituição informou que ainda não há informações sobre traslado do corpo da estudante para o Brasil.

Ana Cristina estava em Barcelona desde setembro do ano passado. O último contado dela com a família no Ceará, segundo a irmã de Cristina, Karina Soriano, foi feito quarta-feira à noite. A família acredita que tenha sido morte natural. Ela foi encontrada no quarto de uma pensão onde estava morando. No corpo, não havia sinais de violência.

A família da estudante mora em Parambu (CE), no sertão dos Inhamuns, a 400 quilômetros de Fortaleza. Cristina era filha da professora Rita Soriano. Segundo amigos, era bastante estudiosa e havia conseguido a bolsa no programa Ciências Sem Fronteiras por esforço próprio.

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