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Exame mostra que Tayná não foi violentada antes de morrer

Julio Cesar Lima - especial para O Estado de S. Paulo

09 Abril 2014 | 23h 10

Conclusão é resultado da exumação do corpo da adolescente, que tinha 14 anos quando foi encontrada morta em Colombo, na Grande Curitiba, em junho de 2013

CURITIBA - Dez meses depois de Tayná Adriane da Silva ser assassinada, um exame divulgado nesta quarta-feira, 9, reforçou o laudo do Instituto de Criminalística (IML) e indicou que a jovem não sofreu violência sexual antes de ser morta. O exame é resultado da exumação do corpo da adolescente, que tinha 14 anos quando foi encontrada morta em Colombo, na Grande Curitiba, no dia 28 de junho de 2013.

Em agosto do ano passado, os restos mortais de Tayná foram exumados a pedido da própria família e do Ministério Público do Paraná (MP-PR). O exame tinha o objetivo de checar se a jovem tinha sinais de agressão por conta de uma suposta relação sexual forçada. A tese ganhou força após serem encontrados vestígios de sêmen em Tayná.

A Polícia Civil do Paraná ainda não concluiu as investigações sobre a morte e trabalha com as hipóteses de a adolescente ter sido violentada sob a ameaça ou ter mantido relação consensual algumas horas antes de ser assassinada.

Reviravolta. O caso Tayná sofreu uma reviravolta em julho do ano passado após o resultado do laudo de um exame feito pelo Instituto de Criminalística feito logo após o crime indicar que a garota não foi estuprada pelos quatro suspeitos que foram presos um dia após o assassinato. O exame mostrou que o sêmen encontrado no corpo de Tayná não pertencia a nenhum dos rapazes detidos.