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Executivo escocês é morto a tiros no Rio

Thaise Constancio - O Estado de S. Paulo

08 Abril 2014 | 11h 15

Scot Peter Campsie, de 48 anos, foi assassindo em uma tentativa de assalto na rodovia BR-101

RIO - A Delegacia de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo (DHNISG) investiga a morte do executivo escocês Scot Peter Campsie, de 48 anos, assassinado com dois tiros no peito em uma tentativa de assalto no trecho Niterói-Manilha da rodovia BR-101, no Rio. O crime aconteceu no dia 2 de abril quando Campsie voltava de carro para Macaé, no Norte Fluminense, após uma reunião de negócios. Nada foi levado.

Há 16 anos no Brasil, Campsie trabalhava no País como gerente de operações da empresa Diamond Offshore Drilling International, que atua no ramo petrolífero, e vivia em Macaé com a mulher e filha de 10 anos. A Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, responsável pelo caso, colhe os depoimentos de familiares e testemunhas e aguarda a conclusão do laudo da perícia.

O Consulado Geral Britânico, no Rio de Janeiro, divulgou nota em que lamenta a morte de Campsie. "Estamos cientes do caso e lamentamos a morte do cidadão britânico Peter Campsie, ocorrida no dia 02 de abril. Estamos oferecendo toda a assistência consular necessária para a família nesta trágica situação."

O caso teve grande repercussão na imprensa internacional. Jornais britânicos como o Daily Mail, The Independent e BBC News lembraram que, às vésperas da Copa do Mundo, as tropas brasileiras tentam reassumir áreas que eram controladas pelo tráfico de drogas.

Em outra tentativa de assalto, o professor de Educação Física Silvio José Correia Travancas, de 52 anos, foi morto na segunda-feira, na Tijuca, na zona norte. Ele saía de uma padaria e seguia para a academia quando foi abordado por dois homens que tentaram roubar seu cordão.

Ao reagir, Travancas foi baleado e morreu na hora. O caso é investigado pela Divisão de Homicídios da Capital que aguarda o resultado da perícia e as imagens das câmeras de segurança do entorno. Testemunhas são ouvidas para tentar identificar os autores do crime.

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