Freios de caminhão não funcionaram, dizem advogados

Advogados de motorista reconheceram que representam ele mas não se identificaram à imprensa

Rafael Carvalho, especial para o Estadão,

11 Outubro 2007 | 16h20

Segundo os advogados que assumiram a defesa de Rosinei Ferrari, motorista que foi preso em flagrante e acusado de homicídio doloso por ter furado o bloqueio de segurança e atropelado várias pessoas, na BR-282, na noite de terça-feira, os freios do veículo não funcionaram. A esperança deles é que os exames que serão feitos no tacógrafo comprovem o defeito.    Cinegrafista morto em acidente ainda tentou ajudar no resgate  Dor e revolta no velório de bombeiros e voluntários  Sai lista dos 27 mortos em duplo acidente em SC   Os dois advogados contratados pela família Ferrari visitaram seu cliente no final da tarde desta quinta-feira, 11, no hospital São José, na cidade de Maravilha, extremo Oeste de Santa Catarina. Embora tenham conversado com a imprensa, os dois recusaram-se a divulgar seus nomes, confirmando apenas que têm escritório em São Miguel do Oeste e em Maravilha.   Segundo eles, o motorista sofreu um corte profundo na nuca e, por causa disso, não está totalmente lúcido. Os advogados disseram que primeiro vão esperar Ferrari prestar depoimento ao delegado da comarca de Descanso, Rudnei Charão, o que deve ocorrer possivelmente até o final desta quinta.

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