Júri de Bola se arrasta com leitura de cartas

O quinto dia do julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, começou com a leitura de depoimentos por carta precatória de testemunhas consideradas importantes para o Ministério Público. Depois, passaram a ser lidas as peças de defesa: 3 mil páginas.

Aline Reskalla ESPECIAL PARA O ESTADO ,

26 Abril 2013 | 22h49

 

Pela manhã, o destaque foi a leitura da carta da dentista Ingrid Calheiros, atual mulher do goleiro Bruno Fernandes, acusado de mandar matar a ex-amante Eliza Samudio. A dentista ouviu do goleiro, na época, que Bola seria “um matador”.

 

Também foi lido o depoimento do primo de Bruno, Sérgio Rosa Sales, assassinado em 2012. Ele deu detalhes sobre o crime. Já o advogado de Bola, Ércio Quaresma, manteve a estratégia de postergar ao máximo o júri. Ele conseguiu no Tribunal de Justiça que um vídeo de duas horas com o depoimento de Sérgio ainda fosse exibido na sexta-feira, 26.

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