Justiça dá habeas a Nenê Constantino, que segue em prisão domiciliar

Decisão vale para pedido de detenção em regime fechado feito ontem; defesa considerou ação desnecessária

Marília Lopes, Central de Notícias

03 Março 2011 | 13h57

SÃO PAULO - O Tribunal de Justiça (TJ) do Distrito Federal concedeu habeas corpus ao empresário Nenê Constantino, fundador da Gol Linhas Aéreas, na madrugada desta quinta-feira, 3. A decisão foi da desembargadora Sandra de Santis e vale para o mandado de prisão expedido ontem, por conta do processo em que Constantino é réu, suspeito de mandar matar um líder comunitária em 2001, que corre em segredo de justiça.

 

Entretanto, Constantino continua cumprindo prisão domiciliar por conta de um outro processo em que é réu. O empresário é acusado de ser o mandante de uma tentativa de homicídio contra seu ex-genro.

 

O advogado Alberto Toron informou que seu cliente já estava em Brasília para cumprir a prisão domiciliar e considerou desnecessário novo mandado. Ele negou o envolvimento de Nenê nos crimes e por isso recorreu. Segundo o advogado, Nenê está impossibilitado de ser recolhido a presídios porque foi submetido a um cateterismo.

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