Ministério Público pede prisão preventiva de Nenê Constantino

Empresário é acusado de homicídio; audiência de instrução começou nesta terça-feira no Distrito Federal

Marília Lopes, Central de Notícias

01 Março 2011 | 12h08

SÃO PAULO - O Ministério Público (MP) do Distrito Federal pediu a prisão preventiva do empresário Nenê Constantino, fundador da Gol Linhas Aéreas e acusado de mandar matar um líder comunitário e atentar contra a vida do genro dele. Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça (TJ) da região, o promotor Bernardo Resende fez ontem o pedido, que será analisado pelo juiz João Marcos Guimarães Silva, do Tribunal do Júri de Taguatinga.

 

Nesta terça-feira, teve início a audiência de instrução do processo em que o empresário é acusado de ser o mandante da morte de Márcio Leonardo de Sousa Brito. Serão ouvidas doze testemunhas de defesa e uma acusação. Segundo o TJ, a audiência dá continuidade a sessão solene iniciada em 15 de dezembro do ano passado, quando foram ouvidas cinco testemunhas de acusação. O processo corre em segredo de justiça.

 

Ontem, o MP pediu também a prisão preventiva de Vanderlei Batista Silva, outro réu no processo. Além dele e de Constantino, também são acusados pela morte João Alcides Miranda, João Marques do Santos e Victor Behonico Foresti.

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