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Não há ligação entre PCC e black blocs, diz Dilma

04 Junho 2014 | 21h 27

Em jantar com jornalistas estrangeiros, presidente chamou de ‘histórias de horror’ discussões sobre problemas na Copa

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira, 3, durante jantar com correspondentes estrangeiros, que nem o Palácio do Planalto nem os governos estaduais têm conhecimento de uma ação conjunta de black blocs e do Primeiro Comando da Capital (PCC) durante a Copa. Conforme informou o Estado no domingo, os black blocs que executaram ações no ano passado prometem transformar o torneio “em caos” com reforço do PCC. “Não temos nenhum indício de que isso possa acontecer. Nem nosso serviço de inteligência detectou algo nesse sentido nem tivemos informações dos governos estaduais”, afirmou Dilma, conforme o jornal argentino Clarín.

Ao falar de protestos, a presidente defendeu o direito de manifestações, “desde que não haja ameaça à vida de outras pessoas ou fechamento de vias públicas”. Sobre os atrasos em obras de infraestrutura, Dilma afirmou que “ninguém faz (um metrô) em dois anos”. “Bom, talvez a China.” Na avaliação da presidente, conforme relato da agência Reuters, os atrasos foram classificados como “o custo da nossa democracia”.

Segundo o correspondente da BBC, Dilma considerou “histórias de horror” as discussões de eventuais problemas de transporte durante o Mundial, a questão da segurança dos estádios e a ameaça de uma epidemia de dengue no País. Para a presidente, “sem dúvida as críticas (à Copa) estão politizadas”, conforme o El País.

Manifestações. Em entrevista ao telejornal SBT Brasil, exibida ontem, a presidente assegurou que o “Brasil terá uma grande Copa dentro e fora de campo” e reiterou as críticas à depredação de patrimônio público durante manifestações. A presidente decidiu gravar uma série de entrevistas como forma de defender a Copa e seu legado.

Dilma relembrou que, durante a Copa de 1970, enquanto esteve encarcerada no presídio Tiradentes, havia quem achasse que se a Seleção Brasileira ganhasse a taça, a ditadura militar seria fortalecida. “Mas todos os presos torceram pelo Brasil. Eu acho que a seleção representa a nacionalidade”, comentou Dilma. Questionada sobre a falta de entusiasmo dos brasileiro, disse que isso vai mudar, “mais próximo do Mundial”.

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