No 2º dia de paralisação, sindicato dos policiais do Rio negocia com Pezão

Presidente do Sindpol espera fim da negociação salarial, que 'já dura um ano'; a orientação do comando de greve é para que profissionais atendam somente casos greves

Luciana Nunes Leal, O Estado de S. Paulo

22 Maio 2014 | 10h19

RIO - Ao chegar ao Palácio Guanabara para uma reunião com o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) na manhã desta quinta-feira, 22, o presidente do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, disse que está atendendo "a uma convocação do governo do Estado". "Quero que o governador diga que a negociação salarial, que já dura um ano, vai ter fim. Ele sabe que trabalhei muito para evitar essa situação", afirmou.

Os policiais civis estão no segundo dia de paralisação, e a orientação do comando de greve é para que atendam somente casos graves. As investigações e os registros de pequenos delitos estão suspensos, segundo o dirigente sindical. Os policiais terão uma reunião ao meio-dia, na Cidade da Polícia, no Jacarezinho, na zona norte, em que avaliarão o resultado da conversa com o governador.

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