No RS, Rigotto e Fogaça declaram voto em tucano

O apoio que o candidato José Serra (PSDB) buscava no Rio Grande do Sul desde o início da campanha foi conquistado a 12 dias do segundo turno. O ex-governador Germano Rigotto e o ex-prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, (ambos do PMDB) declararam ontem que vão votar no tucano, mas evitaram prometer engajamento na campanha alegando a derrota da dupla nas urnas - Rigotto ficou em terceiro na corrida ao Senado e Fogaça foi derrotado pelo governador eleito Tarso Genro (PT).

Elder Ogliari e Evandro Fadel, O Estado de S.Paulo

20 Outubro 2010 | 00h00

A declaração de voto foi acompanhada pela maioria dos deputados estaduais e federais eleitos pelo PMDB, todos favoráveis a Serra. Em outra reunião, Rigotto e Fogaça encontraram-se com o governador eleito de Santa Catarina, Raimundo Colombo (DEM), o vice-governador eleito Eduardo Pinho Moreira (PMDB) e os senadores eleitos Luiz Henrique da Silveira (PMDB) e Paulo Bauer (PSDB). A missão dos aliados de Serra é reverter a diferença de cerca de 400 mil votos que Dilma teve no Rio Grande do Sul.

No Paraná, o governador eleito Beto Richa (PSDB) começa hoje uma série de viagens pelo interior do Estado para, além de discutir programas de seu futuro governo, fazer campanha em prol de Serra. O candidato tucano chegará ao Paraná amanhã, para uma visita a Maringá acompanhado de Richa.

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