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Nove suspeitos morrem em troca de tiros entre policiais e assaltantes

Bárbara Ferreira Santos e Flórence Couto - especial para O Estado de S. Paulo

22 Fevereiro 2014 | 11h 54

Criminosos explodiram caixas eletrônicos na cidade de Itamonte, sul de Minas Gerais, e foram surpreendidos por policiais; cerca de 20 pessoas faziam parte da quadrilha

Atualizado às 18h19

ITAMONTE - Nove pessoas morreram e cinco ficaram feridas após uma troca de tiros entre policiais e uma quadrilha de assaltantes na madrugada deste sábado, 22, em Itamonte, no sul de Minas Gerais. Por volta das 2h, os criminosos explodiram caixas eletrônicos de uma agência do banco Bradesco. Enquanto realizavam o crime, eles foram cercados por policiais que tinham informações de que o assalto aconteceria.

Durante a troca de tiro, nove suspeitos morreram. Os corpos foram levados para o Instituto Médico-Legal (IML) de São Lourenço. De acordo com a Polícia Civil, oito suspeitos mortos eram de Mogi das Cruzes, interior de São Paulo, e um era de Itanhandu, sul de Minas. Dentre os feridos, dois eram policiais civis. Um deles foi atingido no ombro por um disparo de fuzil, socorrido e levado de helicóptero para São Paulo, mas não corre risco de vida.

Mesmo com a cidade cercada, alguns criminosos conseguiram fugir. Quatro homens foram presos, entre eles um dos líderes da quadrilha: Alfredo Luis Mancini, de 25 anos, capturado pela Polícia Civil de Mogi das Cruzes em um condomínio de luxo na cidade de Arujá, em São Paulo. Com ele foram apreendidos uma moto, veículos e dinheiro manchado com tinta vermelha. Essas cédulas são provenientes do sistema de segurança dos caixas eletrônicos. Em Itamonte foram apreendidos seis fuzis, espingardas calibre 12, pistolas, dinamites, munições e coletes à prova de bala e 15 bananas de dinamite. A Polícia acredita que ainda há entre seis e oito foragidos.

Coletiva. Em coletiva à imprensa na tarde deste sábado, o delegado-geral da Mauricio Blazeck afirmou que a quadrilha, especializada em roubo de caixas eletrônicos, foi identificada por um trabalho conjunto das polícias civis de São Paulo e de Minas Gerais. "Conseguimos capturar os criminosos através da uma força-tarefa das policias de Minas e São Paulo, que uniram informações do interior e da capital", afirmou. Há pelo menos dois meses a quadrilha estava sendo monitorada. "Na semana passada, a quadrilha efetuou um roubo no shopping Serra Azul (em Itupeva), onde quase foram presos. Mas conseguiram escapar com êxito", afirmou.

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