Para ver o ''''Cirque du Soleil''''

Carta 19.207 Comprei dois ingressos para o Cirque du Soleil para meus sogros, que moram no interior de São Paulo, pagando R$ 480 no cartão de crédito - mas acontece que perdi os ingressos, datados para o dia 12/4/2008. Contatei então a Ticketmaster, pedindo a reimpressão dos ingressos, mas não obtive resposta. Daí entrei em contato com a sede do circo no Canadá, sendo orientada a comparecer à bilheteria no dia marcado com o recibo do cartão, para emitirem novos bilhetes. Existe, inclusive, um link no site para casos de perda. Enviei à Ticketmaster a autorização que recebi do Canadá, mas eles não aceitam outro comprovante que não seja o ingresso. Como posso apresentar algo que perdi? MARINA ROLFSEN Capital A Ticketmaster responde: "A garantia de acesso ao espetáculo é a posse do ingresso. Não é possível reimprimir um ingresso já emitido." Fui com minha família ao Credicard Hall em 25/8, para assistir ao espetáculo Peter Pan, mas o ator principal, Leonardo Miggiorin, não pôde representar. Gostaria então de receber o meu dinheiro de volta, ou receber ingressos para uma nova apresentação, com o ator divulgado como protagonista. PAULO PADUAN Capital O Credicard Hall responde: "Contatamos o sr. Paulo e deixamos disponíveis novos ingressos, para que ele possa assistir ao espetáculo com o ator principal do elenco, como deseja." Carta 19.208 Carteira de estudante Como estudante de pós-graduação da USP, paguei taxa de R$ 40 e enviei os documentos pedidos, e recebi a carteira de estudante da UNE - mas segundo o Cinemark só posso pagar meia se levar comprovante de pagamento da mensalidade - o que não tenho, porque estudo em universidade pública. A carteira da UNE é ou não prova de que o portador é estudante? Se paguei por ela e sou estudante, por que ter de mostrar outros comprovantes? O Cinemark tem poder legal para determinar qual carteira é válida? MARIA DO CARMO TROYANO - Sé A Rede Cinemark responde: "Segundo a decisão da Fed.Nac. de Empresas Exibidoras de Cinema, só pedimos comprovante a portadores de carteiras não consideradas pela lei. Todas as carteiras emitidas por associações estudantis como a UNE ou por escolas, e que tenham data de validade e foto, são válidas. E não recusamos carteiras emitidas por empresas privadas em convênio com associações estudantis ou sem essas características, pedimos apenas um documento complementar, como o comprovante de matrícula. A decisão é de todas as exibidoras, não apenas da Rede Cinemark." Carta 19.209 Mostra de Cinema A venda de ingressos da 30.ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo está desorganizada; há exceções, claro, mas a maioria dos atendentes está despreparada para lidar com o público. Uma delas me deixou falando sozinho, e outro, alegando ?queda no sistema?, recusaram-se a me vender ingressos por procuração. A possibilidade de alguém comprar dezenas de pacotes não justifica impedir um direito garantido por lei! Eles poderiam estabelecer um limite de pacotes por pessoa e profissionalizar as equipes. Esta é a sugestão que dou ao sr. Leon Cakoff (que criou a mostra em 1977) que, como sempre, está de parabéns pela seleção dos filmes. Não sei qual o regime tributário a que a mostra está sujeita, mas não deveríamos receber alguma nota fiscal, ainda que haja isenção de recolhimento? RICARDO VIEIRA Itaim Bibi A Organiz. da Mostra responde: "Lamentamos os transtornos causados a fãs e freqüentadores, pois ao contrário do que ocorreu nos outros anos, problemas técnicos atrasaram a compra de permanentes e pacotes no sábado 13. Houve ainda aumento expressivo da procura por pacotes nas primeiras horas de venda em relação a outros anos, mas a partir das 15h30 o movimento voltou ao normal. E os funcionários da Central trataram a todos com gentileza, mesmo diante dos problemas." O leitor comenta: Além da ilegalidade de recusarem compras por procuração (o que não foi esclarecido na resposta), aviso que a informação de que os funcionários da Central trataram a todos com gentileza, mesmo diante dos problemas é inverídica. Alguns foram gentis, mas muitos foram grossos, até debochados.

O Estadao de S.Paulo

27 Outubro 2007 | 00h00

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