Partidos nanicos devem animar disputa pela Prefeitura

A um ano da eleição, os protagonistas da disputa para prefeito em São Paulo ainda permanecem indefinidos. Mas o quadro eleitoral para a corrida municipal já começa a se desenhar e promete uma campanha animada. Além do empresário Oscar Maroni, dono da casa noturna Bahamas, que vai concorrer por um partido nanico a ser anunciado na segunda-feira, outra pré-candidata confirmada é a vereadora Soninha, que trocou o PT pelo PPS. Para vice, o partido pretende lançar o iatista Lars Grael. "Estava desencantada com o PT e sairia de qualquer forma. Buscaremos uma campanha de bom nível, sem ataques", diz Soninha. No PMDB, a surpresa pode ser a candidatura do empresário Márcio Toledo, presidente do Jockey Club. "O ex-governador Orestes Quércia fez o convite e ele se animou. Mas ainda não decidiu", diz Alberto Haddad, presidente do diretório municipal. PDT, PSB e PCdoB devem escolher um nome entre os deputados federais Paulinho da Força (PDT), Luíza Erundina (PSB) e Aldo Rebelo (PCdoB). Os maiores partidos são os que têm menos definição.Marta Suplicy ainda não decidiu se será candidata do PT, e Geraldo Alckmin (PSDB) não sabe se disputa com Gilberto Kassab ou se receberá o apoio do atual prefeito.

O Estadao de S.Paulo

03 Outubro 2007 | 00h00

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