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Pelo menos 2,5 milhões de pessoas ficam sem ônibus em 4 capitais

O Estado de S. Paulo

28 Maio 2014 | 22h 16

Paralisações no transporte público afetaram Rio, Florianópolis, Salvador e São Luís

Quatro capitais do País tiveram problemas no transporte público nesta quarta-feira, 28: Rio, Florianópolis, Salvador e São Luís. Pelo menos 2,5 milhões de pessoas foram prejudicadas.

Os rodoviários de Salvador cumpriram o acordo feito com a prefeitura e os empresários do setor de transporte público e, logo após o anúncio do fim da greve da categoria, iniciada na noite de segunda-feira, os ônibus coletivos já eram vistos circulando pela cidade às 18 horas.

A categoria aceitou a proposta de elevação do valor do vale-refeição dos R$ 12, oferecidos anteriormente, para R$ 14, e as empresas se comprometeram a elaborar programas de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para os funcionários.

Em Florianópolis, motoristas e cobradores de ônibus decidiram pela retomada do trabalho às 20 horas. A previsão é de que os coletivos só voltassem a circular às 3 horas desta quinta. Ali, o problema são as possíveis demissões previstas na nova licitação do transporte.

Empresários e trabalhadores têm uma audiência de conciliação marcada para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) na próxima segunda-feira.

Ainda na noite de nesta quarta-feira, 28, rodoviários, empresários de transporte coletivo e representantes da prefeitura de São Luís estavam em uma reunião no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para tentar pôr fim a greve de motoristas e cobradores que deixou a capital maranhense completamente sem transporte urbano por dois dias seguidos - afetando cerca de 750 mil pessoas.

O impasse sobre o reajuste permanece: nem empresários nem trabalhadores mostram sinais de que podem ceder para colocar um fim ao movimento grevista. No intervalo da reunião, às 20 horas, a desembargadora Solange Cristina Passos de Castro Cordeiro, que está mediando as conversações, chegou a comentar que a reunião está caminhando para um julgamento de dissídio coletivo, medida que deverá levar ainda alguns dias para colocar fim ao movimento grevista.

Rio. Já a paralisação de 24 horas promovida no Rio por motoristas e cobradores de ônibus dissidentes do sindicato teve pouca adesão e não causou grande transtorno à população. Segundo o sindicato patronal, 10% da frota não circulou.

Os líderes grevistas estimam que a adesão chegou a 60%. Até o início da noite, 15 ônibus haviam sido depredados, conforme os patrões. A adesão à paralisação foi menor do que às greves anteriores (em 8, 13 e 14 de maio), por ameaças de demissão e contratação de motoristas substitutos, segundo grevistas. / TIAGO DÉCIMO, THAISE CONSTANCIO e CLARISSA THOMÉ, ERNESTO BATISTA e TOMAS PETERSEN, ESPECIAL PARA O ESTADO

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