Pereira quer discutir permanência na Infraero com o Conac

Presidente pretende definir sua situação à frente da estatal com o ministro da Defesa nesta segunda

30 Julho 2007 | 10h18

José Carlos Pereira, presidente da Empresa Brasileira de infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), pretende discutir nesta segunda-feira, 30, com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, sua permanência na Estatal. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, Pereira afirmou que deve conversar com Jobim sobre o assunto na reunião do Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac), em Brasília, na tarde desta segunda.   Pereira e Saito vão depor na CPI do Apagão nesta semana Jobim tem primeira reunião com Conac nesta segunda Após críticas à Anac, Lula insiste em novas indicações políticas Crise atinge Aeroporto de Cumbica Cumbica fez vizinhança adensar Jobim vai criar gabinete de crise   "Existe uma pauta extensa, resoluções precisam ser tomadas, explicações dadas. No entanto, certamente, após a reunião, eu pretendo conversar com o ministro Nelson Jobim para deixar tudo esclarecido. E para que a gente possa retomar a vida normal", afirmou o presidente da Estatal, contando que deve definir sua situação ainda nesta segunda.   A reunião do Conac está marcada para às 12 horas e terá a presença dos ministros Paulo Bernardo, do Planejamento, e Tarso Genro, da Justiça, ao lado dos ministros da Defesa, das Relações Exteriores, do Turismo, da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e da Casa Civil.   Ainda participam da reunião, como "convidados permanentes", o diretor-presidente da Anac, Milton Zuanazzi, o diretor-geral do Decea, brigadeiro Ramon Cardoso, e o diretor do Departamento de Política de Aviação Civil (Depac), Rigobert Luncht.   Pereira afirmou que a Infraero vai sugerir, durante reunião do Conac, que os vôos no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, sejam reduzidos em 10%, passando das atuais 623 operações diárias para 562. Segundo ele, é necessário "desafogar" o aeroporto paulistano. "Seria uma redução bastante interessante, daria ao aeroporto uma margem de segurança, para evitar isso que está acontecendo hoje, ou seja, qualquer 'chuvinha' em Congonhas, o País entra em colapso" - afirmou.    

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