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Piranhas voltam a atacar banhistas em Palmas

Redes de proteção não conseguiram conter peixes, que invadiram as áreas de lazer, em busca de alimentos jogados na água

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Célia Bretas Tahan,
Especial para O Estado

16 Fevereiro 2016 | 15h56

PALMAS - O Corpo de Bombeiros do Tocantins registrou um ataque de piranha na Praia de Caju, em Palmas, no domingo, 14.  De acordo com a TV Anhanguera, outros quatro incidentes teriam sido registrados nas praias do Prata e da Graciosa, no fim de semana. 

As redes de proteção, instaladas pela prefeitura, não conseguiram conter os peixes, que invadiram as áreas de lazer, em busca de alimentos jogados na água, pelos próprios banhistas. A Secretaria de Comunicação da prefeitura acredita que, com as fortes chuvas de janeiro, a água ultrapassou a altura das telas, facilitando a invasão das piranhas. Informou, também, que a situação será avaliada in loco, por técnicos municipais, para definir quais as medidas podem ser tomadas para impedir novos ataques. 

O Corpo de Bombeiros recomenda aos banhistas que permaneçam na área delimitada pelas telas de proteção. O major José Domingos Filho, da assessoria de comunicação, disse que a população também deve evitar alimentar os peixes e, em caso de ataque, procurar imediatamente o posto dos bombeiros, na praia, para receber os primeiros socorros.

O maior ataque de piranhas em Palmas foi registrado em 2011, com 87 vitimas. Desde 2013, com o término da instalação das redes, os incidentes passaram a ser raros, tanto nas praias de Palmas, como na Ilha do Canela, onde o próprio proprietário se encarregou de colocar telas de proteção. Normalmente, as piranhas ficam mais agressivas na época da piracema, quando fazem a desova (de novembro a fevereiro). 

 

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