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PMs recuam de nova greve na Bahia para tentar ajudar a libertar o líder preso

Heliana Frazão e Antonio Carlos Garcia - especiais para O Estado de S. Paulo

19 Abril 2014 | 11h 00

Representantes do movimento grevista se reuniram com Eliana Calmon para pedir aconselhamento jurídico

Atualizado às 16h55

SALVADOR- Com os ânimos arrefecidos na Polícia Militar da Bahia, a população de Salvador vive um clima de normalidade nesse sábado de aleluia, 19. Isso porque a corporação recuou da decisão de retomar a greve, encerrada na quinta-feira, em decorrência da prisão do seu principal líder, o vereador bombeiro Marco Prisco (PSDB), na sexta-feira, determinada pela Justiça Federal.

Representantes das seis entidades envolvidas no movimento e o deputado estadual Capitão Tadeu Fernandes (PSB), que assumiu a liderança do movimento após prisão de Prisco, e havia convocado um novo aquartelamento dos militares, passaram essa madrugada reunidos com a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça e pré-candidata ao Senado pelo PSB, na Bahia, Eliana Calmon.

Eliana lhes orientou juridicamente, e mostrou que uma nova greve, agora, prejudicaria Prisco, já que ele foi preso preventivamente sob a justificativa da necessidade de manutenção da ordem pública. Com isso, uma nova paralisação ficou descartada.

Interior. Em Feira de Santana, a maior cidade do interior da Bahia, os policiais militares voltaram a trabalhar na tarde deste sábado. Na sexta, a Polícia Militar estava aquartelada por causa da prisão do vereador e ex-policial Marco Prisco (PSDB).

A volta ao trabalho foi decidida em assembleia com a presenca do coronel Aldemario Xavier, do Comando Regional Leste. Na terça-feira, às 13 horas, eles farão um ato público em frente a Prefeitura Municipal, no centro da cidade.

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