Polícia tem pista de assassinos de segurança, diz Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a polícia já tem indícios fortes a respeito dos criminosos envolvidos no roubo do carro dos militares que faziam a segurança do filho do presidente da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva, Sandro Luiz da Silva, em Santo André, no ABC Paulista. De acordo com o governador, a policia está trabalhando firmemente no caso. O subtenente do Exército, Alci José Tomazzi e o cabo Nivaldo Ferreira dos Santos foram baleados. Tomazzi morreu na manhã de hoje no Centro Hospitalar de Santo André. O retrato falado de um dos ladrões já foi divulgado pela Polícia Civil de São Paulo. Alckmin disse que na noite de ontem o governo, por meio da Secretaria de Saúde, tentou transferir o subtenente para o Hospital das Clínicas de São Paulo, mas em razão da gravidade de seu estado isto não foi possível. Ele disse, entretanto, ter certeza de que foi feito todo o esforço para salvar a vida do segurança. O governador disse também ter telefonado na noite de ontem ao presidente Lula e a primeira-dama Marisa para transmitir solidariedade. "Passamos por fato semelhante no ano passado", justificou. Em outubro de 2002, dois policiais que também faziam a vigilância de seu filho Thomaz Alckmin, foram baleados em uma tentativa de assalto e um deles acabou morrendo. Quatro bandidos envolvidos no episódio foram presos. Alckmin fez estas declarações depois de participar da cerimônia de abertura da exibição das Relíquias de Buda Shakyamuni, no Sesc Pompéia, zona Oeste de São Paulo.

Agencia Estado,

19 Junho 2003 | 13h13

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