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Policial que assassinou namorada tinha problemas disciplinares

Julio Cesar Lima - Especial para O Estado

25 Abril 2014 | 20h 44

Corregedoria da corporação não deu detalhes sobre os casos, mas eles estão relacionados a porte ilegal de arma e disparos de arma, ambos em São Paulo

CURITIBA - O policial Napoleão Seki Júnior, 38 anos, que matou Paola Natália Cardoso, 23 anos, na tarde desta quinta-feira, 24, na área central de Curitiba (PR), e que continua internado em estado grave no Hospital Cajuru, já respondia por dois processos disciplinares dentro da polícia.

A Corregedoria da corporação não deu detalhes sobre os casos, mas eles estão relacionados a porte ilegal de arma e disparos de arma, ambos ocorridos em São Paulo. O policial estava lotado em uma área burocrática da Secretaria de Estado da Segurança enquanto aguardava o andamento dos processos disciplinares.

A jovem foi enterrada na manhã desta sexta-feira, 25, em Curitiba (PR). O delegado Rubens Recalcatti, responsável pelas investigações, acredita que o crime possa ter sido passional.

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