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Príncipe Harry visita hospital em Brasília

O Estado de S. Paulo

23 Junho 2014 | 18h 09

Britânico encantou pacientes e funcionários e arriscou placar do jogo contra Camarões: 3 a 1

BRASÍLIA - Eram 10h30 em ponto quando o príncipe Harry, fazendo jus à fama de pontuais dos britânicos, chegou ao Centro Internacional de Neurorreabilitação Sarah Lago Norte. A visita, marcada a pedido do próprio príncipe, encantou pacientes e funcionários, que se aglomeravam nos ginásios para conseguir uma foto ou um sorriso. 

Simpático e sorridente, Harry agradou ainda mais depois de dizer que iria torcer para o Brasil, no jogo a que assiste na tarde desta segunda-feira, 23. Ainda arriscou um placar: 3 a 1 para o Brasil. Simpático, informal e lindo, foram alguns dos elogios que o príncipe recebeu. 

Príncipe Harry em visita a hospital em Brasília

Eduarda Oliveira, 8 anos, foi uma das pacientes escolhidas para receber Harry. "Eu disse para ele 'bem-vindo ao meu País', contou, enquanto ao lado sua mãe, Érica Oliveira, 28 anos, desmanchava-se em lágrimas. Eduarda tem comprometimento físico causado por uma paralisia cerebral por ter nascido aos seis meses, dentro de um carro, entre Anápolis (GO) e Brasília. Faz tratamento na rede Sarah há cinco anos e, ao chegar, usava apenas cadeira de rodas. Hoje, já anda de muletas. "Ele me ajudou a sair da cadeira e pegar as muletas. Perguntou da minha vida, da escola", conta Eduarda. "Ele é lindo e muito legal". Eduarda não vê a hora de poder ir à escola, amanhã. "Vou ter muita coisa para contar", disse, mostrando o batom rosa e as unhas pintadas de vermelho, tudo pensado para receber o príncipe. 

Harry demonstrou interesse de visitar o centro de reabilitação da rede Sarah ao ver fotos do trabalho feito na unidade do Lago Norte. De acordo com a embaixada britânica, o príncipe tem interesse nessa área, especialmente na reabilitação de soldados. Diretora do hospital, Lúcia Willadino Braga conta que Harry mostrou que já conhece bastante da área. "Na conversa ele demonstrou conhecimento dos diferentes tipos de lesões e mostrou muito interesse no método que desenvolvemos, com o apoio das famílias", contou. 

Harry perguntou a cada paciente sobre o seu problema, como era o acesso ao hospital, as dificuldades que as famílias enfrentam para conseguir o tratamento, já que o Sarah é público. Sentou no chão com as crianças, tocou tambor com um dos bebês em tratamento e brincou com uma das pacientes mais velhas, Lúcia de Oliveira, 60 anos, que tem mal de Parkinson. "Estou me tremendo toda, de frio, de emoção", brincou Lúcia. "Ontem foi meu aniversário e ganhei de presente conhecer o príncipe. Ele é lindo e simpático". 

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