Divulgação/PF
Divulgação/PF

Quadrilha presa com mais de 250 quilos de cocaína em MS

Oito criminosos faziam tráfico internacional de drogas e, segundo a PF, a cocaína era transportada, por avião, de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia e arremessada entre os municípios de Porto Murtinho e Bonito

Efe,

30 Março 2011 | 03h50

SÃO PAULO - Agentes da Polícia Federal da delegacia de Ponta Porã(MS), com o apoio de policiais federais de Guaíra e Cascavel, desmantelaram, nesta terça-feira, 29, uma quadrilha internacional de tráfico de drogas na região da cidade de Bonito. Foram presas oito pessoas, sendo duas mulheres e seis homens, incluindo o chefe da quadrilha. Com o grupo, os policiais encontraram 262 quilos de pasta base de cocaína e seis veículos.

 

O líder da quadrilha, Vilson Antunes, 48 anos, já era conhecido do Departamento da Polícia Federal, pois negociava, no passado, com outro conhecido traficante, Erineu Soligo, conhecido com "Pingo", mas os policiais, até seis meses atrás, no início das investigações, não tinham conseguido provas contra Vilson. Entre os detidos, há uma mãe e filha, S.N.F.  47 anos e C.S.N., 29 anos, além de dois irmãos, V.A., 36 anos e W.A., 41 anos. Além desses, ainda foram presos A.M. S.C., 26 anos, R.A.B., 26 anos e J. S., que completa 20 anos nesta quarta-feira.

 

Segundo a PF, a cocaína era transportada, por avião, de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, e arremessada numa região entre os municípios de Porto Murtinho e Bonito. (MS) De lá era carregada pela quadrilha até uma chácara, alugada por Vilson.

 

Na chácara, segundo os policiais, a droga escondida em veículos ou enterrada e distribuída posteriomente para os estados de SP, PR, SC e RS. No momento do flagrante, a maior parte da droga foi localizada escondida em um fundo falso de um caminhão; outra parte estava dentro de tonéis enterrados e o restante escondida na mata.

 

Ainda segundo a PF, a quantidade de entorpecente apreendido, após o refino, poderia se transformar em duas toneladas e meia prontas para o consumo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.