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Resolver assassinato de menino de 11 anos é prioridade, diz polícia do RS

Chico Guevara - O Estado de S. Paulo

16 Abril 2014 | 16h 52

Madrasta teria dopado garoto e aplicado injeção com alta dose de analgésicos. Depois, ela e uma amiga teriam enterrado corpo em cova estreita e profunda

PORTO ALEGRE - A apuração das circunstâncias da morte do garoto Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos, encontrado em uma cova no interior da cidade de Frederico Westphalen, no norte do Rio Grande do Sul, é prioridade, afirma a polícia gaúcha. Os policiais acreditam que o menino, dado como desaparecido desde 4 de abril, tenha sido assassinado pela madrasta com a ajuda de uma amiga e com a participação - ainda apurada - do próprio pai. Entre as motivações estão ciúmes e herança.

De acordo com as investigações, no dia 4, Bernardo saiu de casa, na cidade de Três Passos, com a madrasta, a enfermeira Graciele Ugolini, 32, e a amiga dela, a assistente social Edelvania Wirganovicz, 40. Eles viajaram rumo a Frederico Westphalen. Lá, a madrasta teria dopado o menino e aplicado uma injeção com uma alta dose de analgésicos. Depois, teriam enterrado o corpo em uma cova estreita e profunda, cavada próximo ao leito de um rio.

As informações mais relevantes estão sendo colhidas com Edelvania. Graciele e o marido, o médico Leandro Boldrini, 38, pai de Bernardo, negam participação no crime.

O depoimento de um policial rodoviário está sendo de extrema importância para a polícia. O testemunho coloca em evidência o papel da madrasta. O agente multou Graciele no dia do sumiço do menino, quando ela dirigia em alta velocidade, acompanhada da filha de 1 ano e 3 meses de Edelvania e de Bernardo, rumo a Frederico Westphalen.

Dúvidas. Após a morte de Bernardo, a família da mãe do garoto, Odilaine Uglione Boldrini, quer reabrir o caso de sua morte. Ela foi encontrada com um tiro na cabeça, há quatro anos, no consultório de Leandro. Na época, as investigações apontaram para suicídio. "Havia um patrimônio bem vultuoso quando ela faleceu e um contrato de partilha de bens entre os dois", disse o advogado da família da mãe de Bernardo, Marlon Taborda.

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