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Rodoanel muda praça de pedágio na Imigrantes

Eduardo Reina - O Estadao de S.Paulo

08 Dezembro 2008 | 00h 00

A construção do Trecho Sul do Rodoanel obrigou a mudança da praça de pedágio do km 25,5 da Rodovia dos Imigrantes, no acesso aos bairros Demarchi e Batistini, em São Bernardo do Campo. As novas cabines estão sendo construídas na altura do km 24, e deverão entrar em funcionamento no dia 15. O motorista continuará pagando R$ 3,80 para usar o acesso. Mas quando as vias expressas do rodoanel estiverem em operação, o usuário deverá pagar dois pedágios para sair da Imigrantes e circular no trecho sul. O primeiro é da Ecovias, que administra a Imigrantes, o outro para a empresa que ficará responsável pela asa sul. As cabines do km 25,5 serão destruídas. No local serão construídas as alças de acesso do trecho sul à Rodovia dos Imigrantes. Para tentar evitar sobretaxa dos usuários, que pagarão pedágio na saída da Imigrantes e no rodoanel em seguida, a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) estuda a possibilidade de deixar apenas uma cobrança. "A Artesp vai definir o local de cobrança somente quando o trecho sul estiver entregue ao usuário. Isso pode acontecer entre novembro de 2009 e março de 2010", explicou o gerente de Obras do Rodoanel, Pedro Silva. A proposta aponta para a possibilidade de a Ecovias administrar a nova fase do rodoanel. A escolha da concessionária deve ser feita por meio de licitação. Para definir o posicionamento do pedágio é preciso levar em conta, segundo a Dersa, o volume de tráfego na Imigrantes que utiliza o acesso Batistini. A Ecovias não se pronunciou sobre o assunto. As obras das novas cabines no acesso Batistini estão quase prontas, inclusive com equipamentos eletrônicos já instalados. As pistas do rodoanel passarão por debaixo da estrada que vai para a Baixada Santista. GUARD-RAIL Na Via Anchieta, a Ecovias retirou as proteções da pista marginal entre os kms 14 e 11, sentido capital. A empresa alega que reavaliou as necessidades de manutenção e implantação desses dispositivos de segurança, e depois de uma série de estudos, que tomou como base a norma 15.486 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece diretrizes para os dispositivos de contenção viária, os técnicos da concessionária não identificaram a necessidade da manutenção de defensas metálicas em alguns pontos, pela existência de área de recuo e velocidade limite no local. Outro ponto que sofreu alterações está entre os kms 22 e 24, também em São Bernardo do Campo, onde foi retirada a mureta de concreto que dividia as pistas central e marginal. O objetivo, explica a Ecovias, é dar maior fluidez ao tráfego.

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