Suspeito de matar 3 em ponte no DF pede habeas-corpus

Defesa de Paulo César Timponi alega que não houve novos fatos que justificassem sua detenção

25 Outubro 2007 | 17h51

O professor de Educação Física Paulo César Timponi, de 49 anos, acusado de participar de um racha em Brasília e provocar a morte de três mulheres, entrou com um habeas-corpus nesta quinta-feira, 25, no Supremo Tribunal Federal (STF) para aguardar em liberdade o julgamento de um outro pedido protocolado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF). Ele está preso.   Esse mesmo pedido já foi negado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), porque o tribunal considerou que o caso precisa ser julgado primeiro pelo TJ do Distrito Federal. Com o mesmo argumento, o ministro do STF Eros grau, relator do habeas-corpus, também deve negar a liminar.   Timponi chegou a ser preso dias depois do acidente, no início deste mês. Mas foi liberado pela Justiça de Brasília sob o argumento de que o Ministério Público não havia denunciado Timponi pela morte das três mulheres. Logo depois de ser solto, o MP apresentou a denúncia contra Timponi por homicídio doloso (com intenção de matar) qualificado e pediu novamente a prisão do professor.   No acidente provocado por Timponi no dia 6 deste mês, morreram Antônia Maria de Vasconcelos, de 49 anos, Altair Barreto de Paiva, de 53, e Cynthia Cysneiros, de 34. Elas estavam no carro em que Timponi bateu e foram jogadas para fora. As três morreram no local do acidente.

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