TST pode suspender aumento dos metrôviários se não houver acordo

A assessoria de comunicação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) informou na noite de quarta-feira que, se o Metrô de São Paulo e os metroviários não assinarem até 1º de julho um acordo sobre o parcelamento do reajuste salarial de 18,13% concedido pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP), o presidente do órgão, Francisco Fausto, tomará uma decisão sobre um pedido da empresa para que seja suspensa a sentença do TRT. Esse pedido chegou ao tribunal antes da audiência de conciliação realizada na terça-feira, na qual representantes da empresa e dos metroviários chegaram a um acordo prévio de parcelamento do reajuste em três vezes. No pedido de suspensão da decisão do TRT, a direção do Metrô argumenta que não pode pagar os 18,13% de uma só vez. A palavra final sobre o acordo prévio seria dada nesta quinta-feira pelas duas partes após consulta ao governador Geraldo Alckmin, mas a diretoria do Metrô comunicou ao TST que não tinha conseguido uma audiência com o governador.

Agencia Estado,

25 Junho 2003 | 22h26

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