1. Usuário
Assine o Estadão
assine

Viaduto que desabou em BH começa a ser demolido nesta 2ª

Marcelo Portela - O Estado de S. Paulo

07 Julho 2014 | 11h 21

Procedimento deve ser concluído em até 48 horas, prazo insuficiente para liberação de via para o jogo entre Brasil e Alemanha

Atualizada às 21h14

BELO HORIZONTE - Depois de quase quatro dias do desabamento do Viaduto Guararapes, em Belo Horizonte, a estrutura começou a ser parcialmente demolida nesta segunda-feira, 7. Mas a previsão mais otimista é de que os trabalhos levem pelo menos 48 horas e parte da Avenida Pedro I seja liberada só na quarta-feira, 8.
Por isso, além de decretar feriado na capital mineira, a prefeitura de Belo Horizonte elaborou operação especial para o trânsito para os torcedores que forem ao Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, para assistir à partida entre Brasil e Alemanha válida para uma das semifinais da Copa.
A demolição do viaduto começou no meio da manhã desta segunda-feira pela empresa Solum, contratada pela Construtora Cowan, responsável pela obra onde ocorreu o desabamento. Os trabalhos são feitos de forma mecânica - sem uso de explosivos - por causa do risco de colapso da outra alça do viaduto, assim como de prédios vizinhos à obra. A demolição é feita com três rompedores hidráulicos, que destroem o concreto, e com o uso de maçaricos para cortar as ferragens da estrutura. O entulho, recolhido por retroescavadeiras, foi depositado em um ponto da avenida e, segundo a prefeitura, será recolhido pela Cowan após o viaduto ser demolido.
Mas, de acordo com o chefe da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec), coronel Alexandre Lucas, os trabalhos são paralisados a cada meia hora, para que seja analisado algum risco para o resto da estrutura e os imóveis vizinhos. “Estamos monitorando com topografia o movimento tanto do viaduto ramo norte quanto do escombro que está caído e, se houver movimentação, vai parar (a demolição)”, disse.
A demolição estava prevista para começar no domingo, mas uma ordem judicial embargou o procedimento. No mesmo dia, porém, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais reverteu a decisão e autorizou o início dos trabalhos, mas com a determinação para que a área ainda não periciada seja preservada para a investigação da Polícia Civil.
Investigação. Todo o processo de demolição será acompanhado por peritos da Polícia Civil. Por meio de nota, a polícia informou que integrantes do Instituto de Criminalística permanecerão no local porque “cada movimentação dos escombros pode facilitar a coleta de informações fundamentais para elaboração do laudo final dos peritos”, que vai embasar o inquérito para investigar as responsabilidades pelo desabamento, que matou duas pessoas e feriu 23. 
Até esta segunda-feira, 20 pessoas, entre vítimas, engenheiros, operários e testemunhas, já haviam prestado depoimentos à polícia mineira.

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo